Como Ganhar Dinheiro Trabalhando como Shopper

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Se antes da pandemia, fazer compras online de supermercado já estava em franco crescimento, de lá para cá, com o distanciamento social e as pessoas tendo que ficar em suas casas, essa modalidade de compra só vem crescendo e a tendência, segundo pesquisas, é crescer ainda mais.

Na verdade, quem não costumava fazer suas compras por aplicativo, se viu obrigada a aderir essa forma de consumo e o resultado é que a maioria não só gostou, como não pretende mais abrir mão dessa comodidade.

Com isso, uma profissão, ainda desconhecida por muitos, vem crescendo e se transformando em uma ótima alternativa ao desemprego: shopper.

Você já ouviu falar ou sabe o que esse profissional faz?

Pois é, na verdade, é ele quem faz as suas compras quando você pede por aplicativo! Ou mesmo, alguns mercados estão investindo nesses profissionais para se encarregarem de atender aos pedidos por telefone.

Quem é o shopper?

Como o próprio nome diz,  shopper (expressão em inglês) significa comprador, ou seja, é a pessoa que vai ao supermercado fazer as compras pedidas pelo aplicativo.

E se engana quem pensa que essa tarefa é fácil, mas esse profissional precisa saber escolher o item certo entre uma infinidade de tipos de frutas, legumes, verduras, cortes de carnes, além de tamanhos diferentes de embalagens, aromas e outros detalhes.

Lembrando que para muita gente ir ao mercado é até castigo, portanto, de cara já não é tão simples, e ainda mais que não se trata de fazer a própria compra que, no caso não tendo uma determinada marca, é só substituir perfeitamente por uma outra. Já, o shopper precisa perguntar para o cliente antes, se pode fazer a substituição.

Como funciona esse modelo de negócio?

Por ser um trabalho ainda novo, a forma de contratação também pode ser diferente. Por exemplo, enquanto no Rappi, os shoppers são contratados com carteira assinada, na Cornershop, por sua vez, eles são autônomos, ou seja, sem registro trabalhista.

Até a forma de trabalhar difere, enquanto um Shopper do Rappi só compra, o da Cornershop pode ou só comprar, só entregar ou, até mesmo, fazer as duas coisas, comprar e entregar na casa do cliente.

Ou seja, dependendo de onde trabalhar, o shopper pode atuar de formas diferentes, desde mais segmentada, como somente na seleção das compras ou na entrega dos pedidos, ou ficar encarregado de todo o processo da compra.

Como funciona a remuneração?

Também, depende do local onde o shopper trabalha, no Rappi, por exemplo, o salário é fixo (empresa não informa valor, mas não deve ser alto), enquanto na Cornershop, o valor depende de uma série de variáveis, desde a quantidade de produtos, peso da compra, distância até o mercado e até a casa do cliente…

Segundo grupos de shoppers da Cornershop, a remuneração pode variar de R$ 80 a R$ 200 por dia, dependendo das horas trabalhadas e do dia. E gastos com combustível, multas e manutenção do carro são responsabilidades do shopper.

E ainda há a possibilidade de ganhar gorjetas, para isso, a dica é procurar separar direitinho a compra, não misturar produtos de limpeza com comida, ser educado, entregar o pedido certinho, arrumadinho, aí as chances de ganhar gorjeta é maior.

Enfim, é fundamental saber se comunicar bem com o cliente, interagir com ele pelo aplicativo, e se for preciso, até pelo telefone, e tirar dúvidas sobre substituições, endereço, mas sempre de forma educada e demonstrando boa vontade.

Qual o perfil dos shoppers?

Não existe um perfil específico, no Rappi, por exemplo, há uma predominância maior de shoppers mulheres, com idade média de 27 anos e ensino médio completo.

Já, na Cornershop, parece haver um,a predominância maior de homens, inclusive, muitos ex-motoristas do Uber.

Atacado ou mercado, qual o melhor?

Como tudo na vida, há vantagens e desvantagens em ambos os formatos. Assim sendo, por exemplo, nos atacados, as compras são mais volumosas e pesam mais, o que conta na remuneração, por outro lado, o shopper terá que enfrentar mais filas, demorar mais em uma única compra, ou seja, perdendo mais tempo para finalizar um único pedido.

Enquanto, em pedidos de supermercados os volumes são menores, com um tempo de fila infinitamente menor, e ainda há mais chances de ganhar gorjeta.

Existe treinamento para ser shopper?

Existe treinamento sim, na Cornershop, por exemplo, até a pandemia ele era presencial nos hipermercados. Depois, passou a ser treinamento em formato digital, com apresentação de vários vídeos sobre coleta, como pegar produtos, cadastrar, conferir códigos de barros. Há um vídeo para cada seção. Até o contrato e assinatura desses profissionais são feitos em formato digital.

Já, no Rappi, o shopper recebe treinamento, em formato digital só a parte teórica, que é em vídeos, enquanto a parte prática é realizada na loja, com acompanhamento direto do supervisor.

Semanalmente, investem em reciclagens, visando melhorar a qualidade do serviço.

Enquanto, no Supermercado Now, o treinamento também é virtual e presencial. Todos os shoppers que se cadastram no aplicativo precisam realizar um treinamento online e, após a validação de cadastro, realizam um treinamento presencial, acompanhados de supervisores. O treinamento consiste em como selecionar produtos, qual a melohor forma de fazer isso,  como fazer a separação dos pedidos e etc.

No Rappi, existem 1.150 shoppers atuando, em mais de 200 lojas parceiras, e em 26 cidades do Brasil. Já, a Corneshop não quis divulgar seus dados.

Já, o Supermercado Now trabalha com mais de 25 mil entregadores da Ame Flash e parte deles assume o papel de shoppers, sendo essa função a principal fonte de renda de 75% desses profissionais.

Afinal, vale a pena ser shopper?

Segundo os Shoppers que já trabalharam como motorista de aplicativo, antes de atuar como shoppers, compensa muito mais ser shopper.

Apontam que além do desgaste do carro ser menor, já que ele é deixado no estacionamento enquanto a compra é feita, também é um trabalho bem mais seguro, você não coloca um estranho no seu carro.

Mas, por outro lado, dizem que o desgaste físico é maior: é preciso caminhar dentro das lojas, carregar peso e separar produtos com muito cuidado e agilidade, sem falar que as vezes é preciso enfrentar filas.

Também é preciso considerar que há dias muito ruins, com poucas compras ou falta de critério por parte de alguns aplicativos, na hora de aceitar um pedido, sem um valor mínimo estipulado, obrigando um entregador, por exemplo, a percorrer muitos quilômetros para entregar um único produto.

Então, se perguntar: dá para viver disso? A resposta é sim, e em São Paulo, por exemplo, a fila de espera para atuar como shopper da Cornershop é enorme, em parte, impulsionada pelo número assustador de desempregados.

Enfim, como todo trabalho, ser Shopper tem seus prós e contras, e o sucesso nessa profissão vai depender muito de seu esforço e dedicação.

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Mariano Stacieski

Mariano Stacieski

Olá! Sou o Mariano, Empreendedor, Administrador, Corretor de Imóveis (fui) e Profissional de Marketing. Trabalho em tempo integral em casa (home-office) ajudando meus clientes a se posicionarem de forma profissional na internet. Fiz esse blog aqui porque gosto de compartilhar minha jornada e minhas ideias referentes a finanças, empreendedorismo e marketing.

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Olá! Sou o Mariano, Empreendedor, Administrador, Corretor de Imóveis (fui) e Profissional de Marketing. Trabalho em tempo integral em casa (home-office) ajudando meus clientes a se posicionarem de forma profissional na internet. Fiz esse blog aqui porque gosto de compartilhar minha jornada e minhas ideias referentes a finanças, empreendedorismo e marketing. Quando não estou trabalhando, estou com minha esposa ou correndo ou jogando tênis ou escrevendo no meu outro blog ocaradohomeoffice.com.br ou aqui.

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